Índice

    Ajustes

    Síndrome Coronariana Crônica · Capítulo 13A

    Como escolher o antianginoso pelo paciente

    Betabloqueadores, antagonistas dos canais de cálcio e nitratos. O Capítulo 12 fechou portas para o próximo evento. Este aqui não promete isso: antianginoso trata sintoma — e a escolha certa depende menos da droga do que de três números do paciente.

    Qual alavanca este paciente me deixa puxar?

    Angina é desequilíbrio entre oferta e demanda de oxigênio. Todo antianginoso existe para puxar uma dessas duas alavancas — mas só as que a fração de ejeção, a pressão e a frequência deste paciente permitirem.

    01

    O mesmo paciente, três travas

    Homem de 63 anos, coronariopata conhecido, angina aos esforços apesar do tratamento otimizado do Capítulo 12. Antes de qualquer explicação: mexa nos três controles e veja a lista de drogas encolher e crescer sozinha.

    Ajuste o paciente

    Nada aqui foi explicado ainda. A ideia é você sentir, na mão, que a escolha do antianginoso é um problema de espaço hemodinâmico disponível.

    O QUE CABE NESTE PACIENTE

    “A droga certa não é a mais potente. É a que cabe no espaço que o paciente ainda tem.” — Dr. André Rossanno

    02

    Quem é quem no armário antianginoso

    Seis famílias. Três delas mexem na hemodinâmica e são o assunto deste capítulo. As outras chegam no 13B — e existem justamente para os pacientes em que não sobrou espaço hemodinâmico.

    Por que a divisão importa desde já

    As três famílias acesas aqui compram alívio ao custo de pressão, frequência ou ambas. As três apagadas não cobram esse preço. Quando você chegar à matriz, essa diferença vai explicar sozinha metade das células.

    03

    Betabloqueador: o mecânico do motor

    O betabloqueador não abre a estrada. Ele faz o motor gastar menos.

    BB = BATE BAIXO

    Frequência cardíaca
    Contratilidade
    Resposta pressórica ao esforço
    Tempo de diástole

    Somando tudo: ↓ demanda miocárdica de O₂. E o aumento do tempo diastólico melhora a janela de perfusão do ventrículo esquerdo — ponte com o Capítulo 1.

    Quem são

    Cardiosseletivos

    atenololbisoprololmetoprololnebivolol

    Não seletivos

    propranololpindololnadololcarvedilollabetalol

    Erro clássico de prova

    Marcar betabloqueador como “vasodilatador coronariano”. Ele não é. O efeito antianginoso nasce da redução de demanda, não da abertura do vaso. Quem abre vaso são os outros dois.

    Sintoma não é prognóstico Conferir SBC 2025

    Betabloqueador tem história própria de desfecho na ICFER e no pós-infarto — mas essa história é do Capítulo 12, não deste. E o REDUCE-AMI mostrou ausência de benefício no pós-IAM com fração de ejeção preservada. Aqui o betabloqueador entra como antianginoso: para tirar dor.

    04

    Os dois mundos do cálcio

    “Bloqueador de canal de cálcio” não é uma resposta. São duas espécies com comportamentos quase opostos, e trocar uma pela outra na prova é a pegadinha mais barata do tema.

    Di-hidropiridínicos

    DHP = VASO

    anlodipinonifedipinolevanlodipino

    Vasodilatação arterial e periférica. ↓ resistência vascular, ↓ PA, ↓ pós-carga. Praticamente não freia o coração.

    Não di-hidropiridínicos

    VERA + DILTIA = CORAÇÃO DEVAGAR

    verapamildiltiazem

    ↓ FC, ↓ condução AV, ↓ contratilidade. Trabalham dentro do coração — e é daí que vêm as duas contraindicações que mais caem.

    A imagem que resolve

    O anlodipino é o prefeito que alarga a avenida. O verapamil e o diltiazem estão na sala de controle do nó AV, segurando o ritmo com as duas mãos. Guarde essa sala: em dois minutos ela vai disparar um alarme.

    05

    Nitrato: o encanador

    Toque na cadeia para acompanhá-la passo a passo.

    NITRATO NO guanilato ciclase GMPc relaxamento vascular

    O braço que quase ninguém lembra

    O GMPc não produz só vasodilatação. Ele também tem efeito antiplaquetário. Isso não transforma o nitrato em antiagregante e não substitui nada do Capítulo 12 — mas é o tipo de detalhe do material-base que aparece numa alternativa e derruba quem só decorou “nitrato dilata veia”.

    NITRATO = NO → GMPc

    06

    Os dois braços do nitrato

    O material-base separa o efeito antianginoso do nitrato em duas metades. Vale a pena guardar exatamente assim, porque a prova costuma perguntar por uma delas isolada.

    Aumenta a oferta de O₂

    Vasodilatação coronariana.

    Diminui o consumo de O₂

    Venodilatação periférica reduz a pré-carga.
    Arteriodilatação periférica reduz a pós-carga.

    Onde a redação importa

    Nas doses usuais a venodilatação predomina — e é por isso que a âncora do nitrato é pré-carga. Predomina não é “exclusivamente”: o nitrato também mexe na pós-carga e na coronária. Quem escreve “o nitrato age exclusivamente no leito venoso” escreveu errado.

    NITRATO = REDUZ PRÉ-CARGA

    07

    Por que o nitrato perde força na angina estável

    Cinco mecanismos contrarregulatórios trabalham contra a molécula ao longo do uso. Eles são a base fisiológica da tolerância — que vira uma armadilha inteira mais adiante.

    ↑ sistema simpático↑ sistema renina-angiotensina-aldosterona↑ endotelina↑ produção de superóxido↑ atividade da fosfodiesterase

    Repare no último item: se a fosfodiesterase sobe, o GMPc é degradado mais depressa e o efeito murcha. É a mesma enzima que vai reaparecer — pelo lado oposto — na armadilha do sildenafil.

    Como eu explicaria em 30 segundos

    “O nitrato entrega GMPc. O corpo responde aumentando quem consome GMPc e quem faz vasoconstrição. Dá pra vencer isso por um tempo, não pra sempre — por isso o nitrato precisa de uma janela diária de folga.”

    08

    A matriz do tratamento da angina

    Oito células. Três perguntas. Verde é primeira linha, azul é segunda. A célula acesa acompanha os controles da abertura — volte lá e mexa nos sliders para ver a matriz responder. Toque em qualquer célula para entender por que ela não é a vizinha.

    FE ≥ 50%
    PA ≥ 120/70
    PA < 120/70
    FE < 50%
    PA ≥ 120/70
    PA < 120/70
    FC ≥ 70
    FC < 70
    primeira linha segunda linha célula do paciente corrente

    Os dois asteriscos Conferir SBC 2025

    * aparece no BCC não di-hidropiridínico da célula de fração preservada com pressão e frequência folgadas. ** aparece no betabloqueador das duas células de fração reduzida com frequência baixa. Os asteriscos existem no material original; a redação literal de cada um precisa ser conferida na diretriz antes de publicar. O sentido clínico de ambos é o mesmo e cabe na cabeça sem a nota: não-DHP exige ventrículo bom, e betabloqueador na ICFER com FC baixa continua indicado, mas titulado com cuidado — nesse caso ele está ali pelo prognóstico, não pela angina.

    Pergunta para os alunos

    “Por que a coluna da pressão baixa perde quase todas as opções, mas nunca fica vazia?” — porque sobram exatamente as duas drogas que não cobram pressão: ranolazina e trimetazidina. A matriz não é uma lista; é uma conta de espaço hemodinâmico.

    09

    A leitura horizontal que faz a matriz caber na cabeça

    Ninguém decora oito células. Decora-se o eixo que as gerou: o que cada droga cobra do paciente.

    Reduzem pressão e frequência
    Betabloqueador · antagonista do cálcio não di-hidropiridínico
    Reduz frequência, mas não a pressão
    Ivabradina
    Não reduzem nem pressão nem frequência
    Trimetazidina · ranolazina

    O que esse eixo entrega de graça

    Com ele você reconstrói a matriz inteira sem tê-la memorizado. Pressão apertada elimina a primeira linha do eixo. Frequência baixa elimina as duas primeiras. Sobra o rodapé — que é exatamente o conteúdo do Capítulo 13B.

    FE · PA · FC = AS TRÊS TRAVAS

    10

    Quando a comorbidade escolhe por você

    Nem sempre a decisão vem dos três números. Às vezes uma condição associada já fecha a porta. Responda mentalmente antes de tocar.

    O padrão por trás da lista

    Leia a coluna das respostas: quase toda vez que o problema é lentidão, broncoespasmo, perfusão periférica ou humor, a resposta é antagonista do cálcio. Quase toda vez que o problema é excesso de estímulo adrenérgico — taquiarritmia, hipertireoidismo, ventrículo fraco — a resposta é betabloqueador. Não é uma tabela de oito itens; são duas ideias.

    11

    Vasoespasmo: aqui a lógica se inverte

    A coronária não está entupida. Está sendo estrangulada. Reduzir demanda não resolve um vaso que se fecha sozinho — é preciso abri-lo.

    Protagonista

    Antagonista dos canais de cálcio. É a classe central da angina vasoespástica.

    Segunda linha

    Nitrato, na angina vasoespástica que não melhorou com o antagonista do cálcio. É a indicação literal do material.

    A pegadinha

    Marcar betabloqueador porque “é antianginoso”. No vasoespasmo ele não é a escolha de rotina. Isso é regra de escolha, não anátema: o paciente vasoespástico que precisa de betabloqueador por outra indicação não fica proibido de recebê-lo — mas a droga que trata o mecanismo é o antagonista do cálcio.

    VASOESPASMO = PENSE ACC

    12

    Ponte miocárdica: abrir vaso não resolve compressão

    O segmento coronariano mergulha sob uma faixa de músculo e é comprimido durante a sístole. O problema não é tônus; é uma mão apertando o cano de fora.

    NÃO USAR NITRATO SE PONTE MIOCÁRDICA

    O paciente tem dor. O nitrato está na sua mão.

    Porque o mecanismo da dor não é vasoconstrição. A compressão é sistólica e externa ao vaso. Vasodilatar não desfaz o aperto muscular — e ainda reduz o volume ventricular e o calibre de sustentação do segmento, de modo que a compressão pode ficar mais evidente, não menos.

    É o caso mais didático do capítulo inteiro: a droga certa para “angina” pode ser a errada para esta angina. Antes de escolher a classe, entenda o mecanismo.

    PONTE MIOCÁRDICA = NITRATO NÃO

    13

    Nitratos na prática: o que existe na farmácia

    Apresentações e doses exatamente como no material-base.

    FármacoVia / liberaçãoDose
    Dinitrato de isossorbidaSublingual2,5 mg ou 5 mg
    Liberação usual5 mg ou 10 mg
    Liberação prolongada40 mg
    Mononitrato de isossorbidaSublingual5 mg
    Liberação usual20 mg ou 40 mg
    Liberação prolongada50 mg
    Propatilnitrato10 mg

    O uso que muita gente não sabe que existe

    O nitrato sublingual não serve só para apagar incêndio. Ele é o fármaco de escolha para prevenir episódios de angina em atividades específicas: o paciente que sabe que a dor vem ao subir a ladeira ou antes da relação sexual pode usá-lo antes do esforço. Isso é profilaxia pontual, e é uma resposta de prova.

    14

    Armadilhas

    As seis que decidem questão. Cinco erram o paciente; uma é uma boa associação que muita gente evita por medo.

    1 · Betabloqueador + verapamil ou diltiazem

    Os dois reduzem frequência, condução AV e contratilidade. Somados: bradicardia, bloqueio atrioventricular, hipotensão e depressão miocárdica.

    DOIS PÉS NO FREIO

    2 · Betabloqueador + anlodipino

    Essa combinação é racional. Alvos diferentes: o betabloqueador freia o coração, o di-hidropiridínico abre o vaso. É a associação a considerar quando o paciente segue com angina apesar do betabloqueador — e não verapamil ou diltiazem.

    3 · Nifedipino de liberação rápida

    Evitar. Queda pressórica abrupta e ativação reflexa — taquicardia sobre um coração isquêmico é exatamente o que não se quer. A torneira aberta de uma vez.

    4 · Edema do anlodipino

    Paciente em anlodipino aparece com edema de tornozelos. A pergunta que a prova faz: “entro com furosemida?”

    Não resolve o mecanismo. A arteríola pré-capilar está muito dilatada, a pressão hidrostática capilar sobe e o líquido escapa para o interstício. Não há excesso de volume corporal para o diurético retirar — o volume está no lugar errado, não em excesso. As saídas racionais são reduzir a dose, trocar de classe ou associar um vasodilatador venoso.

    ANLODIPINO + EDEMA ≠ RETENÇÃO HÍDRICA

    5 · “Doutor, eu tomei sildenafil.”

    Ele está com dor torácica. O nitrato sublingual está na sua mão.

    Não. O inibidor de fosfodiesterase-5 impede a degradação do GMPc; o nitrato aumenta a produção de GMPc. Somados, o GMPc acumula, a vasodilatação vira sistêmica e profunda, e o resultado é hipotensão grave.

    O material traz: tomou sildenafil, ao menos 24 horas antes de fazer nitrato — e vice-versa.

    Trave certo: 24 horas é o número da aula para a sildenafila. O intervalo depende do inibidor usado — moléculas de meia-vida mais longa exigem mais tempo. Nunca transforme “24 h” em regra única para todos os PDE5. Conferir SBC 2025

    6 · Tolerância aos nitratos

    Uso contínuo, sem janela, e o efeito murcha — pelos cinco mecanismos da estação 07. A solução é um intervalo diário livre de nitrato.

    Não decore “12 horas entre os comprimidos” como regra rígida. Decore o conceito: NITRATO PRECISA DORMIR

    15

    Insuficiência cardíaca com fração reduzida: o que falta na lista

    O material traz um mapa dos antianginosos que podem ser usados na ICFER. Antes de ver a análise, olhe a lista e responda: quem não está aqui?

    Betabloqueadores aprovados para ICFERDi-hidropiridínicosNitratosTrimetazidinaIvabradina

    A ausência é a resposta

    Verapamil e diltiazem não estão na lista. Não é esquecimento: é inotropismo negativo sobre um ventrículo que já não empurra. O coração fraco tentando mover uma pedra, e o verapamil dizendo “empurre com menos força”.

    Repare também que o di-hidropiridínico está na lista. Anlodipino e verapamil são ambos “bloqueadores de cálcio”, e aqui um entra e o outro não. É a estação 04 cobrando o preço de quem não separou as duas espécies.

    ICFER = CUIDADO COM VERA/DILTIA

    16

    Hospital Coronário: três salas

    Uma caminhada mental de trinta segundos que devolve o capítulo inteiro. Percorra sempre na mesma ordem: garagem, cidade, casa de máquinas.

    Sala 1 · Garagem

    BETABLOQUEADORES

    Um coração-Ferrari em alta rotação. O bisoprolol pisa no freio e o motor gasta menos combustível. Ninguém alargou a pista.

    Placa na parede: BATE BAIXO

    Sala 2 · Cidade do Cálcio

    DUAS PORTAS, DOIS MUNDOS

    À esquerda, a Avenida DHP: o anlodipino alarga a via. À direita, a sala de controle, onde verapamil e diltiazem seguram o nó AV com as duas mãos.

    Se um betabloqueador entra na sala da direita: DOIS FREIOS

    Sala 3 · Casa de máquinas

    NITRATOS

    O encanador abre a comporta venosa e esvazia a mochila que o coração carregava. Na tubulação, a placa: NO → GMPc.

    Duas placas na saída: PDE5 e PONTE MIOCÁRDICA. E uma cama: o nitrato precisa dormir.

    Como usar o palácio na prova

    Diante da vinheta, não tente lembrar da matriz. Entre no hospital e pergunte em qual sala o paciente cabe: ele precisa que o motor gaste menos, que a rua fique mais larga, ou que a mochila fique mais leve? A matriz é o mapa do prédio; o palácio é a caminhada.

    17

    Recuperação ativa: as pegadinhas

    Quinze afirmações. Decida verdadeiro ou falso antes de conferir — errar aqui é mais barato do que errar na prova.

    Pegadinhas: 0 certas de 0 respondidas
    18

    Dez pacientes

    Leia, decida em voz alta, só então revele. A vinheta é o formato da prova e é o formato do plantão.

    19

    Arena TEC

    Vinte e cinco questões. Cada resposta traz por que a certa está certa, por que cada outra está errada, a palavra-chave da vinheta, a pegadinha e a âncora.

    Acertos: 0 Respondidas: 0 de 0
    20

    Flashcards

    Quarenta e cinco cartas. Toque para virar. Recupere antes de olhar — a carta só funciona se você tentar responder primeiro.

    21

    Hipocampo

    O que ainda não entrou

    0acertos na arena
    0erros na arena
    0pegadinhas certas
    0%do capítulo percorrido
    Responda algumas questões da arena e a sua fila de revisão aparece aqui.
    22

    Revisão de 60 segundos

    1. Angina é oferta contra demanda. Todo antianginoso puxa uma dessas duas alavancas.
    2. A escolha nasce de três travas: fração de ejeção, pressão e frequência.
    3. Betabloqueador reduz demanda: frequência, contratilidade, resposta ao esforço — e alonga a diástole. Não é vasodilatador coronariano.
    4. Cálcio são dois mundos: di-hidropiridínico abre vaso; verapamil e diltiazem freiam o coração.
    5. Nitrato é NO → GMPc: aumenta oferta pela coronária e reduz consumo pela pré-carga, com arteriodilatação somando pós-carga.
    6. Eixo que gera a matriz: BB e não-DHP cobram pressão e frequência; ivabradina cobra só frequência; trimetazidina e ranolazina não cobram nada.
    7. Betabloqueador mais verapamil ou diltiazem: dois pés no freio. Betabloqueador mais anlodipino: associação racional.
    8. Vasoespasmo é do antagonista do cálcio; nitrato entra se o antagonista não resolveu.
    9. Ponte miocárdica: nitrato não trata compressão externa.
    10. Sildenafil e nitrato não se encontram — e o intervalo depende do inibidor usado.
    11. Edema do anlodipino é hemodinâmica capilar, não hipervolemia.
    12. ICFER: verapamil e diltiazem fora da lista; di-hidropiridínico dentro.
    23

    Filosofia do Atlas

      24

      Âncoras que não podem ser esquecidas

      BB = BATE BAIXO DHP = VASO VERA/DILTIA = CORAÇÃO DEVAGAR BB + VERA/DILTIA = DOIS FREIOS VASOESPASMO = PENSE ACC NITRATO = NO → GMPc NITRATO = REDUZ PRÉ-CARGA PDE5 + NITRATO = HARD STOP NITRATO PRECISA DORMIR PONTE MIOCÁRDICA = NITRATO NÃO ICFER = CUIDADO COM VERA/DILTIA ANLODIPINO + EDEMA ≠ RETENÇÃO HÍDRICA FE · PA · FC = AS TRÊS TRAVAS

      Fim do Capítulo 13A

      Você não precisa recitar farmacologia. Precisa olhar três números e saber, em segundos, o que cabe e o que machuca.

      QUAL ALAVANCA ESTE PACIENTE ME DEIXA PUXAR?

      No Capítulo 13B: o que fazer quando as três travas estão fechadas — ivabradina, trimetazidina, ranolazina e nicorandil.