Atlas Mental Interativo · Método André Rossanno

Medicina complexa em
memória duradoura

Casos clínicos, mnemônicos absurdos, flashcards interativos e quizzes com feedback imediato — para o TEC 2026 e além.

TEC 2026 Método N1–N7 Casos antes da teoria Acesso gratuito Missão HAS UBS 2025
Protocolo Fixo de Memorização
Cada módulo segue a mesma arquitetura cognitiva: caso dramático → vilão/herói → tabela dual-code → pegadinha TEC → frase-síntese → quiz com feedback → mnemônico absurdo.
N1 Elaboração N2 Dual Coding N3 Loci Clínico N4 Testing Effect N5 Interleaving N6 Emoção N7 Espaçamento
Atualização de setembro · Novo capítulo Novo
Quando as três travas estão fechadas — Cap. 13B da Síndrome Coronariana Crônica no ar
O Capítulo 13A terminou num paciente sem espaço: fração de ejeção baixa, pressão justa, frequência lenta — e angina limitante mesmo assim. A célula mais apertada da matriz não estava vazia, e estas são as drogas que moram nela: ivabradina, trimetazidina, ranolazina e nicorandil. A abertura é um simulador de duas agulhas: você escolhe a droga e vê o que ela cobra de pressão e de frequência — betabloqueador e verapamil derrubam as duas barras, a ivabradina derruba uma, trimetazidina e ranolazina não derrubam nenhuma, e o nicorandil derruba a pressão. A pergunta do capítulo é o avesso da anterior: o que esta droga cobra do paciente? Depois a matriz do 13A volta invertida: em vez de escolher o paciente e receber as drogas, você escolhe a droga e vê onde ela mora — a ivabradina acende só as quatro células de frequência alta, ranolazina e trimetazidina acendem as oito, porque quem não cobra nada nunca é excluído por falta de espaço. Ainda: o canal If e a exigência absoluta de ritmo sinusal, os fosfenos, a dose máxima, e os dois desfechos da ivabradina — não reduz na coronariopatia sem insuficiência cardíaca, reduz com ICFER associada; a trimetazidina que troca o combustível do miócito sem tocar na mecânica; a ranolazina que fecha o canal de sódio e segura o cálcio atrás dele, com o MERLIN-TIMI 36 e a ressalva que decide questão — aumentou o QT e não aumentou arritmias —, mais as listas PAPERS e CARDIO; o nicorandil desmascarado como o intruso que não é neutro; e o alopurinol, que aparece só para sair da lista. Fecha com a Ala Metabólica do Hospital Coronário, 20 questões, 8 casos, 35 flashcards, 15 pegadinhas e o Hipocampo.
Atualização de setembro · Novo capítulo Novo
Antianginosos: como escolher a droga pelo paciente — Cap. 13A da Síndrome Coronariana Crônica no ar
O Capítulo 12 fechou portas para o próximo evento. Este não promete isso: antianginoso trata sintoma — e a escolha certa depende menos da droga do que de três números do paciente. A abertura entrega três controles de fração de ejeção, pressão e frequência antes de qualquer explicação, e a lista de drogas possíveis encolhe e cresce na tela enquanto você mexe. A pergunta que atravessa o capítulo é uma só: qual alavanca este paciente me deixa puxar? No nav, um painel de três mostradores acompanha o paciente e acende, em tempo real, a célula correspondente da matriz do tratamento da angina — oito células cruzando FE ≥/< 50%, PA ≥/< 120×70 e FC ≥/< 70, com primeira e segunda linha e um botão que explica por que não é a célula vizinha. Depois vem o eixo que faz a matriz caber na cabeça: quem cobra pressão e frequência, quem cobra só frequência e quem não cobra nada — e é isso que explica sozinho por que a coluna da pressão apertada esvazia. Ainda: o betabloqueador como mecânico do motor, e não vasodilatador coronariano; os dois mundos do cálcio, com o anlodipino abrindo a avenida enquanto verapamil e diltiazem seguram o nó AV; a cadeia nitrato → NO → GMPc com o efeito antiplaquetário que quase ninguém lembra; o vasoespasmo em que a lógica se inverte; a ponte miocárdica, onde abrir vaso não resolve compressão; o edema do anlodipino que não é hipervolemia e não se corrige com diurético; e dois hard stops na tela. Fecha com o Hospital Coronário de três salas, 25 questões, 10 casos, 45 flashcards, 15 pegadinhas e um Hipocampo que monta a fila de revisão pelas âncoras que você errou.
Atualização de setembro · Novo capítulo Novo
DAC Crônica: o tratamento que muda o prognóstico — Cap. 12 da Síndrome Coronariana Crônica no ar
"DAC não se trata com uma lista de medicamentos: trata-se fechando portas para o próximo evento." O capítulo abre com um homem de 63 anos, infartado há três, sem nenhuma dor — e a pergunta em tela cheia: então o tratamento está pronto? A resposta é a Fortaleza Coronária, com seis portas que só fecham quando você conclui a estação correspondente, e que reaparece no fim para cobrar: qual porta ainda está aberta neste paciente? Traz as cinco metas do coronariopata conferidas uma a uma contra o paciente da abertura — que chega sem queixas e sai com três metas abertas —, o Life's Essential 8 com metas, a estratificação de risco para exercício por METs decidindo quanta supervisão e não se pode se exercitar, e a distinção entre a pressão ideal de saúde e a meta de tratamento. Na porta lipídica, a cinquentinha e as duas fechaduras: LDL <50 e redução ≥50% — um caso que cai de 160 para 70 e mesmo assim não atinge a meta. Na porta plaquetária, cinco perguntas travam o algoritmo até serem respondidas, a Tabela 15 mostra o mesmo AAS mudando de classe I A para IIb C conforme o antecedente, e o HOST-EXAM aparece com o seguimento de dez anos. Ainda: a balança que decide a duração da dupla antiagregação, o esquema temporal FA + angioplastia em duas trilhas e quatro fases, os três corredores antitrombóticos com suas doses, a pegadinha de ouro da rivaroxabana 2,5 mg 2×/dia que não é a dose plena da fibrilação atrial, SGLT2 e GLP-1 como prevenção secundária, o SELECT na obesidade sem diabetes e a colchicina como extintor, não sprinkler. Baseado na Diretriz de Síndrome Coronariana Crônica (SBC, 2025). 27 questões · 8 casos de consultório · 65 flashcards · árvore de decisão mestre · Modo Hipocampo.
Atualização de agosto · Novo capítulo Novo
AngioTC de Coronárias × Ressonância Magnética Cardíaca — Cap. 9 da Síndrome Coronariana Crônica no ar
"O duelo da imagem cardíaca": dois exames que quase todo mundo compara pela pergunta errada. A abertura coloca um paciente com dor torácica, ECG sem diagnóstico e eco sem explicação diante de duas portas — e revela que a porta nunca foi a pergunta. A AngioTC olha a estrada; a RMC interroga o miocárdio. A ala da estrada traz o Google Maps coronariano, com um slider que estreita a pista na tela e um botão que liga o FFR-CT para mostrar o trânsito por cima da anatomia; o porteiro do alto valor preditivo negativo e o carimbo "a TC não serve para excluir"; o SCOT-HEART em gráfico próprio, com a cadeia que explica por que a câmera reduz eventos sem tratar a placa; as três portas de risco pré-teste e a frase da diretriz — a tomografia alcança seus melhores resultados no risco intermediário e intermediário-alto; o beija-flor que vira tartaruga, com um slider de frequência cardíaca que borra a coronária na tela; o estúdio dos sete sabotadores da imagem; o blooming do cálcio demonstrado ao ligar o tomógrafo; a mesa que separa escore de cálcio de angioTC, com o alerta de que zero pedra não é zero placa; e a árvore do tronco 50 · galho 70. Fecha a ala com a frase-martelo: estenose eu vejo, isquemia eu provo. Conferido no texto integral da Diretriz de Síndrome Coronariana Crônica (SBC, 2025). Primeira parte no ar — a ala do tecido (cine, perfusão, edema, realce tardio, transmuralidade e viabilidade), o Hospital das Duas Alas, os casos ramificados, a Arena TEC e os flashcards estão em construção.
Atualização de agosto · Cateterismo em dois capítulos irmãos Novo
Cateterismo Cardíaco — Caps. 10A e 10B da Síndrome Coronariana Crônica no ar
O cateterismo dividido pelas duas perguntas que ele exige. O 10A treina o olho: abre com duas angiografias da mesma coronária e a frase "a coronária não mudou — quem mudou de lugar foi você", com árvore em 3D que separa os galhos ao girar a câmera, mesa de hemodinâmica virtual com o arco em C, a coluna e o diafragma usados como pistas e não como leis, quatro estações de projeção com os modos ver, entender, esconder nomes e testar-me, comparador que acende o mesmo vaso nas quatro projeções e o Desafio da Câmera em sete etapas travadas. O 10B treina a decisão: a viagem de seis salas — indicar, preparar, acessar, interpretar, decidir e vigiar —, a separação entre cateterismo, cinecoronariografia e angioplastia, os três poderes do cateter, a cadeia de cinco elos que autoriza a angiografia na síndrome coronariana crônica, a caixa do mundo agudo e a balança em que a mesma contraindicação muda de peso entre o eletivo e a emergência. Baseados na Diretriz de Síndrome Coronariana Crônica (SBC, 2025). O 10B está com a primeira parte no ar: rim e contraste, metformina, fisiologia invasiva, pós-cate, questões e flashcards em construção.
Atualização de agosto · Novo capítulo Novo
Ecocardiograma sob Estresse — Cap. 8 da Síndrome Coronariana Crônica no ar
"O coração pode mentir parado": o eco de repouso responde como o coração está; o ecoestresse pergunta quanto de reserva ele tem — e o que acontece quando essa reserva é exigida. Abre com um paciente que dói ao subir três lances de escada, ECG e eco de repouso normais, e quatro hipóteses para você defender antes de qualquer conceito. As imagens são ecocardiográficas de verdade: setor escuro, sangue preto, miocárdio com textura e espessamento animado a cada sístole — no painel do estresse o coração bate mais rápido. Duas janelas alternáveis, eixo curto paraesternal e apical 4 câmaras, com uma armadilha que a prova adora: quando a parede comprometida é anterior ou inferior, ela não aparece na apical 4 câmaras — e segmento não avaliado não é segmento normal. Traz a cascata isquêmica construída degrau a degrau com o mnemônico MECA, a fábrica cardíaca de caminhões e estrada estreitada, os quatro padrões de resposta contrátil em repouso × baixa dose × pico, o urso hibernante da resposta bifásica e um laboratório de dobutamina em que você move a dose e só depois interpreta. Ainda: calculadora de FC-alvo com a pegadinha do 85%, alto risco organizado em extensa · precoce · global, contraindicações agrupadas por lógica com oito cenários de decidir, janela acústica e agente de realce, e a comparação com a cintilografia pela pergunta certa — mecânica × perfusão. Baseado na Diretriz SBC/DIC de Ecocardiografia de Estresse (2026), com a Diretriz de Síndrome Coronariana Crônica (SBC, 2025) posicionando o método. 26 questões · Hotel Eco de 5 salas · teste de 60 segundos · caderno de erros.
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Cardiologia TEC 2026
Emergências · Graduação · Aula convidada
Suporte Básico de Vida (BLS)
Aula em slides para acadêmicos de Medicina, feita para ser projetada: nada de capítulo para ler em casa, e sim 37 telas que atravessam a parada cardiorrespiratória na ordem em que ela acontece — segurança da cena, reconhecimento em dez segundos, compressão de alta qualidade, ventilação sem excesso e desfibrilação precoce. Todo o conteúdo foi conferido contra as diretrizes da American Heart Association de 2025, com marcação explícita do que mudou em relação a 2020. Aula da Profa. Márcia (Universidade Ceuma).
AHA 2025Cadeia de sobrevivênciaGaspingC-A-B100–120/minFração de compressão30:2DEAOVACE 5+5NaloxonaPCR na gestantePediatria e lactenteMetrônomo
Cardiologia · TEC 2026
Síndrome Coronariana Crônica
O coração não armazena oxigênio: cada batimento depende de uma entrega que precisa chegar no tempo certo. A série percorre a Cidade Coronária — das grandes avenidas epicárdicas aos semáforos da microcirculação — para responder por que existe angina com coronária sem obstrução, por que o subendocárdio sofre primeiro e por que a porcentagem da estenose não decide sozinha. Baseada na Diretriz Brasileira de Síndrome Coronariana Crônica (SBC, 2025), na Diretriz Brasileira de Ergometria em População Adulta (SBC, 2024) nos capítulos do teste ergométrico na Diretriz SBC/DIC de Ecocardiografia de Estresse (2026) no capítulo do ecoestresse e na Diretriz SBC/CBR de Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética Cardiovascular (2024) no capítulo de imagem avançada, com Palácio da Memória, casos progressivos, Arena TEC e método N1–N7.
Cidade CoronáriaDiretriz SBC 2025Macro × microcirculaçãoDiástole × sístoleSubendocárdioExtração 60–80%FCTReserva coronarianaANOCA · INOCAFFR · CFR · IMRDor torácicaDiagnósticos diferenciaisProbabilidade pré-testeAnatomia × funçãoTeste ergométricoSegmento STPonto J e J+80 msMETsCapacidade funcionalCurvas do esforçoResposta pressóricaDuplo produtoEscore de DukeRecuperaçãoCintilografia de perfusãoSPECT · GATEDBull's eye · 17 segmentosDefeito reversível × fixoArtefatos de atenuaçãoIsquemia balanceadaTIDSSS · SRS · SDSVasodilatadores × dobutaminaViabilidadeEcoestresseDiretriz SBC 2026Contratilidade segmentarEixo curto × apical 4CDobutaminaReserva contrátilResposta bifásicaMiocárdio hibernanteFC-alvo 85%≥3 de 16 segmentosResposta isquêmica globalAgente de realceCateterismo cardíacoProjeções angiográficasRAO · LAO · cranial · caudalSpider viewDominânciaLuminograma · GlagovFFR · iFRIVUS · OCTRentropIndicação do catePós-cateAngioTC de coronáriasEscore de cálcioBloomingFFR-CTTronco 50 · galho 70SCOT-HEARTRessonância cardíacaRealce tardioTransmuralidadeEstenose ≠ isquemia Fortaleza CoronáriaMetas do coronariopataLDL < 50DAPTCOMPASS · PEGASUSColchicina IIbAntianginososFE · PA · FCMatriz da anginaBetabloqueadoresDHP × não-DHPNitratos · NO → GMPcVasoespasmoPonte miocárdicaNitrato × PDE5IvabradinaTrimetazidinaRanolazinaNicorandilRitmo sinusalMERLIN-TIMI 36QT: PAPERS e CARDIO
Cardiologia · UTI · Simulação
Emergências Hipertensivas — OSCE
A crise hipertensiva vivida como plantão, não como capítulo: o paciente é acompanhado de casa até a saída da UTI, e cada decisão do aluno produz uma nova resposta clínica. MOV e ABCDE, oxigenoterapia como decisão, a barragem da autorregulação cerebral, escolha da droga intravenosa pelo órgão-alvo, cálculo e titulação da bomba, reconciliação medicamentosa, ponte IV→oral e desmame. Com estação OSCE em três níveis e checklist pontuado, Palácio da Memória e método N1–N7.
OSCEEncefalopatia hipertensivaLesão aguda de órgão-alvoMOV · ABCDEAutorregulação cerebralCateter × VenturiNipride × Tridilµg/kg/min ↔ mL/hPonte IV→oralDesmame
Cardiologia · TEC 2026
Dislipidemia e Aterosclerose
O caminho completo da gordura dentro do corpo e o que ela constrói na parede da artéria: como as lipoproteínas nascem, quem carrega qual crachá, os três ciclos do metabolismo lipídico e por que o LDL não mata entupindo, e sim erguendo uma bomba-relógio dentro da íntima. Capítulos cinematográficos, com Palácio da Memória, casos clínicos, Arena TEC e método N1–N7.
LipoproteínasApoB100 × ApoB48Quilomícron · VLDL · IDL · LDLHDLLp(a)LPL · LCAT · CETPTransporte reversoAterogênesePlaca estável × instávelRuptura × erosão
Cardiologia · TEC 2026
Hipertensão Arterial — Bloco 2
A avaliação clínica e o tratamento completo do hipertenso, em 4 grandes temas: da anamnese dirigida e exame físico até lesões em órgãos-alvo, estratificação de risco e o tratamento da hipertensão arterial (não medicamentoso e farmacológico, capítulo por capítulo). Casos clínicos, calculadoras interativas e método N1–N7.
Diretriz 2025Avaliação clínicaLOARisco CVTratamento
Cardiologia · TEC 2026
Hipertensão Arterial — Bloco 3
Quando a pressão é o alarme e não o incêndio: a investigação da hipertensão secundária, a doença renal crônica com a linguagem atual (CGA), a hipertensão renovascular e as causas endócrinas — do hiperaldosteronismo primário ao feocromocitoma, do Cushing à coarctação da aorta e às causas exógenas — e a hipertensão resistente e refratária, onde metade dos acusados de resistência é inocente. Casos clínicos, Arena TEC, Palácio da Memória e método N1–N7.
HAS secundáriaDRC · KDIGORenovascularHiperaldosteronismoFeocromocitomaCushingCoarctaçãoCausas exógenasBandeiras vermelhasHAR e HARfPseudorresistênciaEspironolactona
Cardiologia · Arritmia
CDI — Prevenção Primária & Secundária
CAIU ou CAIRÁ? Os dois portões da decisão, fluxograma interativo, cardiopatias especiais (CMH, Chagas, ARVC, LMNA), checklist pré-implante, quiz TEC e mnemônico completo. Método N1–N7.
FEVE ≤35% TV/FV CMH · ARVC · LMNA Chagas Modo Professor
⚡ Módulo Único — CDI Completo
Fluxograma · Acordeão · Quiz · CAIU/CAIRÁ · Modo Revisão
Cardiologia · Ressincronização
BRE chama TRC, não CDI isolado
Teatro Elétrico do Coração: maestro atrasado, maestro da sincronia, bombeiro elétrico e maestro+bombeiro. TRC-P vs TRC-D, fluxograma de 8 passos com etiologia isquêmica vs. não-isquêmica (DANISH), casos-relâmpago, pegadinhas e quiz TEC. Método N1–N7.
TRC-P · TRC-D BRE · QRS ≥150ms Isquêmico vs DANISH Fluxograma 8 passos Modo Professor
🎼 Módulo Único — BRE + TRC Completo
Teatro Elétrico · Fluxo · Quiz · Pegadinhas · Casos · N1–N7
Cardiologia · Arritmia · CDI
Síndrome do QT Longo — Schwartz & CDI
Portões 45/46/48/50 — do QTc normal à Torsades de Pointes. Critérios de Schwartz atualizados, escore passo a passo, interpretação do semáforo clínico, pegadinhas TEC e conduta completa (betabloqueador, Mexiletina, CDI). Método N1–N7.
QTc · Schwartz Torsades de Pointes Nadolol · Mexiletina CDI · SQTL ESC 2024
⚡ Módulo Único — QTc & Schwartz Completo
Limites · Escore · Semáforo · Pegadinhas · Tratamento · N1–N7
Cardiologia
Dissecção Aórtica
Classificação de Stanford, diagnóstico diferencial, manejo hemodinâmico e as pegadinhas clássicas do TEC.
Cardiologia
Bloqueio Sinoatrial
Classificação dos bloqueios SA, critérios eletrocardiográficos, diferenciação das pausas e conduta.
Cardiologia
IAM Perioperatório
Infarto no contexto cirúrgico: definição, fisiopatologia, monitorização e estratégias de prevenção.
Cardiologia
Hipocalemia
4 pilares de causação, síndromes tubulares Bartter/Gitelman/Liddle, paralisia periódica e escada do ECG.
Em breve
Taquiarritmias
TSV, TRNAV, WPW, Flutter, TV, Torsades, FV — Vaughan Williams e ACLS completo.
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Missão HAS UBS 2025 SBC/SBH/SBN
UBS Tibiri · IESCG VIII · São Luís · MA
Hipertensão Arterial na Atenção Primária
Capacitação gratuita para médicos da UBS baseada na Diretriz SBC/SBH/SBN 2025. Casos clínicos, fluxogramas, flashcards, quiz e Mini-OSCE — no formato Atlas Mental. Coordenação: Dr. André Rossanno. Ação educativa: Fabiane Almeida Pinheiro, Emmanuella Bruno Alencar, Josivania Monteiro de Castro, Gabriela da Silva Patriota.
Diretriz 2025 Sem fins lucrativos Atenção Primária UBS Tibiri
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Aulas Clínicas
Neurologia · Trauma
Trauma Cranioencefálico
Fisiopatologia, classificação, manejo clínico e cirúrgico — do impacto à leitura sistemática da TC com o método LUCAS.
TCETC CrânioLUCASHIC
Neurologia · Trauma
Trauma Raquimedular
Bases fisiopatológicas, classificação ASIA, ATLS, NEXUS, imagem e tratamento completo — do impacto à UTI.
ASIA/AISNEXUSO-P-A-T-T-NTC vs RNM
Semiologia · Clínica Médica
Semiologia Abdominal
Do olhar clínico à manobra que confessa o diagnóstico. Inspeção, Ausculta, Percussão e Palpação detalhada — 11 manobras especiais, mapa 9 regiões interativo, 5 casos OSCE, 35 flashcards e checklist.
Inspeção · Ausculta · Percussão 11 Manobras Blumberg · Murphy · Rovsing · Jobert Psoas · Obturador · Giordano 5 Casos OSCE Método N1–N7
Trauma · ATLS · Simulação
OSCE Supremo — Lenhador Politraumatizado
Caso clínico interativo: 41 anos, esmagamento de MMII por árvore. ABCDE do ATLS, síndrome do esmagamento, tríade letal, TXA, hipercalemia e compartimento — 20 questões com score.
Cardiologia · UTI · Simulação
OSCE — Edema Agudo Pulmonar Perfil B
Protocolo OSCE estruturado para EAP Perfil B: algoritmo ACLS-like, sequência pedagógica fragmentada, flashcards, mnemônicos e fluxograma visual. Baseado nas Diretrizes SBC 2023–2024.
Em breve
Dor Torácica na Emergência
HEART, GRACE, Wells, ADD-RS — do protocolo ABCDE ao diagnóstico diferencial dos killers.
Em breve
Amiloidose Cardíaca
Red flags, diagnóstico por imagem, cintilografia e tratamento — o mimetizador que o TEC ama cobrar.
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Semiologia Cardiovascular
Semiologia · Exame Físico Cardiovascular
Semiologia Cardiovascular
O exame físico cardiovascular inteiro, na ordem em que a mão percorre o paciente. Começa antes do estetoscópio, no Módulo 0 (nível básico, ciclo básico): posicionamento a 30–45°, jugular × carótida, ângulo de Louis e PVC estimada, refluxo hepatojugular, varredura do precórdio, pentágono do ictus, ventrículo direito, frêmitos, mapa dos pulsos, F.R.A.T.E.C.S. e perfusão — com 11 laboratórios interativos. Dos Módulos 1 a 3, do ciclo cardíaco ao diagnóstico do sopro: sístole × diástole, Ângulo de Louis, projeção sonora, focos (APARTAMENTO), escala de Levine, manobras de Pachón e anteroflexão, os 4 sopros clássicos e — no Tema 3 — bulhas acessórias (B3/B4), desdobramentos de B2 e sopros com nome próprio (Austin Flint, Gallavardin, Carey Coombs, Graham Steell). Som sintetizado (Web Audio API) em loop. Método N1–N7.
Jugular × Carótida Ictus · Pentágono F.R.A.T.E.C.S. TUM-TÁ Escala de Levine Pachón EAo · IM · IAo · EM B3 · B4 · Sopros com nome Som sintetizado
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Hub de Recursos Offline · Imprime em A4
Cardiologia · Perioperatório
Avaliação Cardiovascular Pré-operatóriaNovo
Formulário de coleta estruturada para cirurgia não cardíaca, na sequência do raciocínio: urgência, condição instável, bagagem clínica, capacidade funcional, escores, medicações. Calcula idade, IMC, DASI com METs e RCRI, e fecha com resumo processado e a lista de pendências antes de decidir. Traz dois anexos de bolso — qual escore usar em qual cirurgia e o risco inerente ao procedimento. Assinatura em branco: quem imprime assina.
DASI + METs RCRI Qual escore usar Risco do procedimento Resumo processado Funciona offline
Em construção
Sistema de Apoio à Decisão Perioperatória
A etapa seguinte deste mesmo projeto: o formulário deixa de apenas coletar e passa a raciocinar — quais exames podem mudar a conduta, manejo de antiagregantes e anticoagulantes, integração do risco e parecer gerado. Construído a partir dos formulários preenchidos na prática.
Ferramentas de apoio à decisão clínica. Não substituem a avaliação médica individualizada.